Joaquim era auxiliar de serviço médico de uma Unidade de Cuidados Intensivos e tratava de uma mulher internada em estado de paralisia total.
Nove meses depois ela aparece grávida, para o espanto de todos.
A Direcção do Hospital reportou o incidente ao Ministério Público. A PJ começou por interrogar o Joaquim:
- O senhor era o auxiliar de serviço médico da paciente grávida?
- Sim, Senhor…
- E foi o senhor então quem engravidou a moça?!
- Foi sim, senhor, mas só fiz por ordem do Hospital e cumpri rigorosamente o que estava escrito na prancheta da paciente.
- Como? O que é que estava escrito no boletim médico?
Joaquim retirou uma cópia do relatório e leu:
“Mulher, 32 anos, inconsciente, não reage a nenhum estímulo – “COMA”*
11 EXPRESSÕES USADAS PELAS MULHERES
(os seus verdadeiros significados)
1 – “Chega”: Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e tu tens que te calar.
2 – “5 minutos”: Se ela está a arranjar-se significa meia hora. “5 minutos” só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para veres futebol antes de ajudares nas tarefas domésticas.
3 – “Nada”: Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está a acontecer e que deves ficar atento. Discussões que começam em “Nada” normalmente terminam em “Chega”.
4 – “Tu é que sabes”: É um desafio, não uma permissão. Ela está a desafiar-te, e nesta altura tens que saber o que ela quer… e não digas que não sabes!
5 – Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que és um idiota e que só está a perder tempo a discutir contigo sobre “Nada”.
6 – “Tudo bem!!!”: Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. “Tudo bem!!!” significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando vais pagar na mesma moeda pelo que fizeste.
7 – “Obrigada”: Uma mulher está a agradecer, não questiones, nem desmaies. Apenas diz “de nada”. A menos que ela diga “MUITO obrigada” isso é PURO SARCASMO e ela não está a agradecer por coisa nenhuma. Nesse caso, NÂO digas “de nada”. Isso apenas provocará o “Esquece”.
8 – “Esquece”: É uma mulher a dizer “Vai-te FODER!!”
9 – “Deixa estar, EU resolvo”: Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes a um homem para fazer algo, mas agora está ela a fazer. Isto normalmente resulta no homem a perguntar “mas afinal o que é que queres?”. Para a resposta da mulher, consulta o ponto 3.
10 – “Sabes, estive a pensar…”: Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse.
11 – “Precisamos ter uma conversa!”: Foda-se! Estás a 30 segundos de levar com um belo par de patins.
- Doutor, eu não sei o que fazer. Toda vez que meu marido chega acasa
bêbado, ele me bate com sua pasta. Me dá cada porrada!
- Eu tenho um remédio muito bom para isso. Quando seu marido chegar a
casa embriagado, basta tomar um copo de chá de camomila e começar um
bochecho. Apenas bocheche e bocheche muito, sem parar.
Duas semanas depois, ela retorna ao médico, e parece ter nascido de novo.
- Doutor, isso foi uma ideia brilhante! Toda vez que meu marido chegou
a casa bêbado, eu bochechei muitas vezes com chá de camomila e ele não
me bateu.
Você mora de aluguel ?
Se sente infeliz ?
Então talvez lhe conforte saber que existem pessoas em situação pior que a sua. O pior inquilino é o espermatozóide.
Mora com milhões de irmãos na casa do cacete.
O apartamento é um ovo.
O prédio é um saco.
Os vizinhos da frente, uns pentelhos.
O de traz, só faz merda.
E o proprietário quando fica duro bota todo mundo pra fora.
Fico triste quando usam a Internet para espalhar informações que não são confirmadas!
Recebi um e-mail a dizer que o sangue do primeiro ministro é do tipo A-pertado, e o dos que votaram nele é do tipo O-tário.
É muita sacanagem e falta de ética passar esse tipo de informação… Temos que
divulgar informações corretas! O sangue do primeiro ministro é do tipo B-ásico e o
dos eleitores que ainda acreditam nele é AB-estalhados.
Não esqueça:
Vote! Votar é um direito, um dever, uma obrigação, mas também… aquilo que está a pensar!!!
Um fulano vivia sozinho até que decidiu que a sua vida seria melhor se tivesse um animal de estimação como companhia.
Foi a uma loja de animais e disse ao dono da loja que queria um bichinho invulgar. Depois de algum tempo de discussão, chegaram à conclusão que ele deveria ficar com uma centopeia. Centopeia seria mesmo um bichinho de estimação invulgar… Um bichinho tão pequeno, com 100 pés… é realmente invulgar!
A centopeia veio dentro duma caixinha, para ser usada como casinha. Bom, ele levou a caixinha para casa, arranjou um bom lugar para colocar tão pequenina casinha, e achou que o melhor começo para a sua nova companhia seria levá-la a tomar uma cervejinha. Assim, perguntou à centopeia, que estava dentro da caixinha:
- Gostavas de ir comigo ao Frank’s tomar uma cerveja?
Não houve resposta da sua nova amiguinha. Meio chateado com isso, ele esperou um pouco e perguntou de novo:
- Que tal ir comigo ao bar tomar uma cervejinha, hein?
De novo, nada de resposta da nova amiguinha. Ele esperou mais um pouco, pensando e pensando sobre o que estava a acontecer e decidiu perguntar de novo. Mas desta vez, chegou mais perto da caixinha e gritou:
- EI, Ó SURDA! QUERES IR OU NÃO COMIGO AO FRANK’S TOMAR UMA CERVEJA?
Uma vozinha veio lá de dentro da caixinha:
- Dasss, ouvi à primeira! Estou só a calçar os sapatos!
Venha ao MUDE bailar!
Na próxima 6ª feira, 27 de Agosto, às 22horas, o MUDE – Museu do Design e da Moda vai receber a 3ª edição do Baile Urbano OMIRI, convidando todos a virem bailar connosco!
PROJECTO OMIRI
Omiri é um projecto de Vasco Ribeiro Casais (Dazkarieh) e Tiago Pereira (vídeo-jocking), uma proposta arrojada onde o ‘baile’ tem um cenário: a tela de projecção onde dançam Wim Wandekeybus, William Forsythe, ou o Sr. António a bailar o Galandum.
A mistura de instrumentos estranhos e programações de Vasco Ribeiro Casais com a visão irreverente de Tiago Pereira misturam música “trad” e vídeo em tempo real, sintetizadores e matanças do porco, chouriças e Nyckelarpas com distorção, pessoas das aldeias que dançam e cantam ladaínhas actuais porque são e sempre foram de hoje. Tocar, dançar – e criar – é o que parece dizer este projecto, que atira convenções bafientas às urtigas.
Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. – respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos…
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não ‘pendula’; e, quando ‘pendula’, enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de ‘modernidade’ foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos…
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa… e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta…
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína – aliás, já admitida pelo Governo – porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo…
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada…
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar – ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
Uma mulher foi presa por roubar no supermercado.
Quando estava no tribunal, o juiz perguntou-lhe:
- O que é que a senhora roubou?
Ela respondeu:
- 1 lata pequena de pêssegos.
O juiz perguntou-lhe o motivo do roubo, e ela respondeu:
- Porque estava com fome.
O juiz então perguntou à senhora quantos pêssegos tinha a lata:
- Tinha 6 pêssegos.
O juiz então disse:
- Vou mandar prende-la por 6 dias, 1 dia por cada pêssego.
Mas antes que o juiz pudesse terminar a sentença, o marido dela perguntou se
poderia ter uma palavra com o juiz sobre o acontecido.
O Juiz disse que sim, e perguntou o que queria ele dizer.
Então o marido disse:
- Ela também roubou uma lata de ervilhas!!!
Numa dessas escolas pluri-étnicas, a professora mandou os alunos escreverem uma redacção que terminasse com a frase ‘Mãe… só há uma’.
No dia seguinte ela chama os alunos um a um para lerem as suas redacções.
O primeiro, Martim, filho de boas famílias lê o seu texto :
‘No outro dia eu estava doente, espirrando, tossindo, febril, não conseguia comer nada, não podia brincar, nem vir à escola. Aí, de noite, a minha mãe esfregou Vick Vaporub no meu peito, deu-me um leite bem quentinho com um comprimido, tapou-me com o meu edredon, eu dormi e no dia seguinte acordei bom.’ ‘Mãe… só há uma.’
A classe toda aplaudiu, a professora elogiou, e deu-lhe um muito bom.
O segundo, Guilherme, típico representante da classe média, foi o aluno seguinte:
‘No dia em que tivemos o último teste eu não sabia nada, não conseguia decorar nada, e comecei a chorar, a pensar que ia ter negativa. Aí a mãe sentou-se ao meu lado com o livro, explicou-me a matéria fez-me perguntas e já consegui dormir descansado. Quando acordei senti que sabia tudo! Vim à escola, fiz a prova e tirei Muito Bom.’ ‘Mãe…… só há uma’.
A classe, emocionada, aplaudiu o Gui. A professora deu-lhe também um Muito Bom.
Chegou a vez do aluno representante das minorias étnicas, Makongo Ngombo:
‘Ontem quando chiguei nos meus barraco, minha mãe estava nos cama com um homem qui nem conheço, diferrente do da semana passada. Quando me ouviu, gritou para mim lá dos quarto: ‘Makongo, seu preto filho di Pu________ vai lá nos geladeira e traz duas cerveja.’ Aí eu abri a geladeira, olhei lá dentro e gritei pra ela: ‘Mãe…… só há uma!’